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Inspirada pela Marie Kondo decidi fazer um destralhamento à minha roupa. Pus tudo em cima da cama, organizado pelas categorias que a Marie Kondo recomenda, e contei as minhas posses:

Partes de cima: 41

Partes de baixo: 17

Roupa que se pendura: 16 (vestidos e casacos)

Meias: 68

Roupa interior: 36

Malas/bolsas: 3

Acessórios: 13

Roupa para ocasiões especificas: 35 (vestidos especiais e roupa de desporto)

Sapatos: 11 (se contar com os corcs que tinha calçados)

Total: 240

 

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Pensei arduamente nas peças que queria manter na minha vida, e depois de um processo de seleção (do qual não tirei fotos), decidi doar um soutien e uns sapatos nunca usados; mandar para o lixo umas calças e um par de meias; enviar para a casa dos meus pais 26 peças de roupa e devolver ao Momé 30 pares de meias curtas. Acabei com um total de 181 peças.  

 

Nanowrimo vai mal. Ainda só escrevi 4.543 palavras quando, à data de hoje, já deveria ter escrito 11.666. Não tenho ideias e a história está a ser aborrecida.  

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30
Out18

NaNoWriMo

Para quem não conhece, NaNoWriMo significa National Novel Writing Month (Mês Nacional da Escrita de Novelas). É um desafio mundial onde autores, escritores e aspirantes se focam em escrever um romance de 50.000 palavras. O objetivo não é finalizar o mês com um romance perfeito e pronto para ser publicado. O objetivo é vencer a procrastinação, escrever, escrever, escrever, e chegar ao fim do mês com um primeiro rascunho de uma obra completa.

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Eu sempre li muito. Mas mesmo muito, principalmente nos meus anos de adolescente. Tanto li que fiquei com o desejo (secreto até agora) de escrever, publicar e vender um livro. À parte daquilo que escrevo no blog, e dos emails que escrevo no trabalho não escrevo mais nada. Principalmente, nunca escrevi ficção. Decidi que este é o mês, que esta é a hora, que vou participar no NaNoWriMo e escrever um romance. Mesmo que não seja nada de jeito, ao menos provo a mim própria que consigo escrever 50.000 palavras.

 

Durante o mês de outubro preparei um esquema da historia o mais detalhado possível. Pesquizei o que tinha a pesquisar. Tenho uma playlist feita. Em teoria estou completamente pronta para o desafio.

 

Podemos ser budies e apoiarmo-nos mutuamente, basta apenas procurar por Marttokas. Para não deixar este blog completamente ao abandono deixei alguns posts agendados, com muitas fotos e pouco texto.

 

Desejem-me sorte!

 

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25
Out18

Doar

Eu tinha partilhado aqui que queria começar a doar mais. Mas, 82 dias depois de partilhar as minhas intenções, ainda só doei os 10€ de que falei no artigo e 50 cêntimos que dei a uma mendiga. Está na altura de passar à ação. Quero aproveitar o evento deslumbrante que é a chegada do meu salário e implementar uma estratégia efetiva de doações.  

 

Primeiro fiz uma lista exaustiva de coisas que se podem doar. Deixem um comentário se se lembrarem de mais alguma categoria, mas todos os tipos de doações de que encontrei enquadravam-se num destes 3 grupos: tempo, partes do corpo e dinheiro.

 

Tempo 

Tempo é uma daquelas coisas que só se pode doar enquanto se vive. É o único recurso que todos temos por garantido, e como tal é um dos dons mais preciosos. Pode-se doar tempo de forma organizada, participando em associações ou eventos específicos. 

 

Deixo-vos uma lista exemplos, que tem por inspiração pessoas que conheço: 

  • Ser chefe de escuteiros 
  • Ajudar na paroquia 
  • Fazer voluntariado numa associação 
  • Partilhar uma "habilidade" com uma associação (o meu irmão faz reiki no lar de idosos da terra) 
  • Arranjar bonecas 
  • Participar em ações esporádicas (plantação de pinheiros nas matas nacionais, campanhas do banco alimentar) 
  • Dar aulas a idosos/ apoio escolar a jovens 
  • Partir em missão (eu estive 2 meses em Moçambique) 
  • Dar aulas de português no SPEAK 

 

Se precisarem de mais ideias podem procurar na Bolsa do Voluntariado associações em diversas áreas que procuram voluntários.  

 
Partes do Corpo 

É a doação que literalmente salva vidas. Dá para doar sangue, plasma, medula óssea, órgãos, cabelo, esperma, óvulos, e outras partes. É possível doar em vida, mas também na morte. Em Portugal qualquer pessoa, desde que não seja contra, é um potencial dador cadáver.

 

Eu tenho sorte e na minha empresa fazem coletas de sangue a cada 8 semanas. Nem sequer me preciso de lembrar de doar sangue, a empresa envia um email a avisar e no dia só tenho de sofrer uma picadinha e doar um saco, 450 ml para ser exata, do meu fluido vital. Também estou inscrita como dadora de medula óssea em Portugal.  

 

Dinheiro 

Doar dinheiro é o mais fácil e ao mesmo tempo o mais difícil de doar. Fácil porque o ato em si não tem nenhuma dificuldade. É só deixar cair uma nota (ou uma moeda), passar um cartão ou fazer uma transferência. Difícil por causa do apego, difícil quando ainda não se desenvolveu o hábito de doar e, para dificultar ainda mais, há incontáveis desculpas para não doar dinheiro. 

 

O dinheirinho é tão difícil de ganhar. O dinheirinho é tão difícil de poupar. Posso ir mais vezes ao restaurante, comprar mais roupa ou ir de férias, porque é ei-de dar o meu dinheirinho? E a quem? Mas há alguém/ alguma instituição que mereça o meu dinheirinho? Mas como é que sei que não o vão desperdiçar em jantaradas ou coisas parecidas?  

 

Mas, como dizia o Tony Robbins, quem não dá “10 cêntimos num dólar, não vais dar 1 milhão em 10 milhões , ou 10 milhões em 100 milhões”. Ou, citando um profeta que passou o teste do tempo, “Todas as outras pessoas fizeram as suas ofertas dando do dinheiro que tinham sobrando; ela, porém, na sua pobreza, deu tudo o que tinha para viver.” Mesmo na religião muçulmana um dos pilares é o Zakat, a caridade.


Há tantos problemas no mundo, tantas coisas que podem ser melhoradas, tantas pessoas que precisam de apoio. Há tanta gente em dificuldades, sem acesso a saúde, a educação, famílias que passam fome, crianças que não podem ir à escola, idosos em isolamento. Há tantos crimes contra o meio ambiente e contra os animais. É impossível estar envolvido pessoalmente todas as causas e muitas vezes, na nossa vida, não temos tempo e espaço para contribuir para um mundo menos desigual. Daí que doar dinheiro seja importante. É uma ação que chega a sítios em que nós próprios não poderíamos chegar pessoalmente, que se junta ao dinheiro dos outros e que, no fim, tem um impacto muito maior do que teríamos sozinhos.  

 
Se tiverem nenhuma associação ou causa especifica a quem queiram doar podem tirar ideias dos Objetivos de Desenvolvimento do Milénio. Depois é só pensar onde querem ter impacto, na vossa comunidade mais próxima, no vosso país ou algures no mundo?  

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Eu com este artigo tinha a intenção de uma lista de associações e projetos interessantes, mas desisti. Decidi que em Outubro vou doar a uma associação que apoia sem abrigo na minha terriola adotiva. Em Novembro a uma associação que dá vacas a comunidades em dificuldades e que é promovida pelo Patrick Rothfuss, um dos meus autores preferidos. Em Dezembro vou doar ao Banco Alimentar. Em 2019 vou reavaliar esta estratégia e fazer os ajustes necessários. 

 

Por favor, deixem as vossas associações preferidas nos comentários como inspiração.

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Faz de conta que o 19 de Outubro é o aniversario do blog. Não é a data em que criei o blog, mas é a data em comecei de novo a escrever e publicar regularmente.

 

Neste 12 meses de escrevi 52 artigos, recebi 31 comentários (confesso que metade fui eu que escrevi) e, de acordo com as estatísticas do SAPO, houve 5.170 visualizações.  

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No ultimo ano escrevi sobre o meu acne hormonal e sobre a rotina de pele que implementei. Escrevi sobre ser vegetariana em part time e sobre poupar para um fundo de emergência. Escrevi sobre uniformes no dia a dia. Escrevi muito, sobre assuntos variados, e aparentemente pouco relacionados entre si. Escrevi e escrevo sobre as coisas aleatórias que me interessam e sobre as quais quero aprender mais. 

 

Aparentemente os leitores do blog também têm gostos aleatórios porque, daquilo que publiquei este ano, o top 3 de visualizações tem artigos de 3 tópicos completamente diferentes:

1. Decidi ser vegetariana à hora de almoço

2. As Senhoras são Milionárias - Introdução

3. Review SVR SENSIFINE

 

Um obrigado às pessoas que lêem, comentam e partilham o que eu escrevo.

E um parabéns para mim pela perseverança.  

 

Aproveito para fazer uma pequena sondagem, há algumas almas (ou bots) que continuam a ler isto e isto, e eu não consigo perceber porquê. Acham o tópico interessante?

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Desde que a minha consciência ambiental acordou que tenho adotado algumas estratégias para reduzir a quantidade de desperdícios na minha vida. Já aqui escrevi da reciclagem, e agora partilho convosco algumas ações que requerem pouco esforço, mas que contribuem para reduzir a quantidade de lixo que produzo enquanto trabalho (num escritório convencional).

 

Ir a pé para o trabalho

Andar a pé é o meio de locomoção mais ecológico e 100% sem desperdício. As outras opções, por ordem de ecologia, são: ir de bicicleta (ou skate, patins, trotineta), ir de transportes públicos ou partilhar o carro com o vizinho.

 

Eu tenho sorte de viver a 15 minutos a pé do trabalho e duas vezes por dia, cinco vezes por semana, faço as minhas caminhadas, aproveito para pensar na vida, desfrutar da vista e descomprimir. O mau tempo não serve de desculpa (até porque não tenho alternativas), e equipo-me de maneira a fazer o trajeto de forma confortável. Nos dias em que faz muito calor levo um chapéu, quando chove uso botas de borracha, chapéu de chuva e impermeável e quando neva (ou faz -15°C) acrescento um colete de penas e luvas.

 

OneNote, não imprimir e reciclar

Os escritórios são notáveis pelas quantidades de papel que gastam, muitas vezes sem ser necessário. Evitar lixo implica, se possível, encontrar meios alternativos para tirar notas (recusar), evitar as impressões desnecessárias e imprimir frente e verso (reduzir), e por fim, reciclar todos os documentos que já não são necessários (reciclar).

 

Tenho um caderno para tirar notas mas, 10 meses depois de ter começado este emprego, ainda nem sequer está escrito até meio. Tento escrever todas as minhas notas e processos no OneNote, uma espécie de caderno digital desenvolvido pela Microsoft. Além de não gastar papel, consigo ter tudo organizado por temas, posso juntar emails ou ficheiros de Excel às minhas notas e posso fazer pesquisas por palavra chave. O uso do OneNote no trabalho já me valeu elogios. Também evito utilizar a impressora, a última coisa que imprimi foi um contrato. Por fim, o pouco papel que cai na minha secretária, principalmente panfletos do sindicado e pacotes de bolachas, é reciclado.

 

Garrafa de água reutilizável

Beber água é essencial para estar vivo. Ter uma garrafa de água na secretária é meio caminho andado para beber água suficiente durante o dia. Em vez de comprar garrafas de água de plástico cada vez que se tem sede, a solução mais ecológica é ter uma garrafa reutilizável e encher sempre que preciso.

 

Eu passei imenso tempo à procura da garrafa de água perfeita. Tinha de ser de vidro, para não estar sujeita aos compostos nocivos libertados pelo plástico. Tinha de ter uma tampa, para não entornar água em cima de papeis importantes ou do teclado do computador. Tinha de ter um litro, para ser fácil calcular a quantidade de água que bebo por dia. Tinha de ser barata. Encontrei a resposta no supermercado. Escondidas no meio das garrafas-de-plástico-inimigas-do-ambiente estavam umas garrafas de vidro, iguais àquelas que os restaurantes usam para servir água. A minha garrafa ideal custou menos de 2€ e já veio cheia de água.

 

Caneca para o café (ou chá)

Café é muitas vezes sinónimo de produtividade, mas não tem de ser sinónimo de lixo. Uma opção é trazer café num termo. Tem a vantagem de ser quase totalmente desperdício zero, barato e da qualidade do café estar assegurada. Quem tem máquinas Nespresso ou semelhantes pode ter a sua chávena de loiça no trabalho e assim evitar as descartáveis.

 

Eu uso a minha própria chávena no escritório, tanto quando bebo café da máquina Nespresso de um colega, ou quando uso uma das máquinas de distribuição automática da empresa.

 

Marmita & talher

Outra forma barata e saudável de evitar desperdícios é levar uma marmita para o trabalho.

 

Normalmente, no início da semana, preparo comida vegetariana para a semana de trabalho. As caixas que uso são de vidro, reutilizáveis e não dão sabor à comida quando aquecidas. Uso apenas uma colher para comer que guardo no escritório, assim evito esquecimentos e a necessidade de usar talheres de plástico ou comer com as mãos. O saco onde trago a marmita é de plástico, mas já é o mesmo à vários meses.

  

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Há muitas fotos lindas na internet de kits zero waste que custam os olhos da cara, mas na verdade não é preciso muito dinheiro para construir um. O meu, que podem ver na foto, custou menos de 10€.

 

Mais algumas dicas:

  • Em vez de usar esferográficas descartáveis usar uma caneta de jeito (por exemplo de tinta permanente), lápis ou lapiseira de metal
  • Usar lápis de cor em vez de marcadores (os lápis são compostáveis, os marcadores são de plástico eterno)
  • Desligar o computador no final do dia de trabalho para poupar eletricidade
  • Mais inspiração aqui e aqui

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Enquanto era estagiária, a minha rotina de cabelo consistia em “pré-tratamento-caseiro” + champô sem SLS + amaciador sem silicones.

 

O “pré-tratamento-caseiro”, nunca teve uma aplicação muito regular. Fazia quando me lembrava e me apetecia, nas vésperas dos dias em que sabia que ia mesmo lavar o cabelo. Os ingredientes foram baratos, são “naturais” e qualquer um pode fazer estas mezinhas em casa.

 

Hidratação = glicerina + aloé vera + água

Em relação à hidratação, a minha receita é uma mistura caseira de glicerina com aloé vera. A ideia surgiu-me quando vi um frasquinho de glicerina à venda no Celeiro. Pesquisei um pouco e percebi que a glicerina funciona como  higroscópico - se o ambiente for húmido a glicerina vai absorver água para dentro do cabelo, se o ambiente for seco vai retirar água. Além da glicerina uso um outro ingrediente com funções hidratantes, barato e fácil de encontrar, o aloé vera. Ponho um pouco de glicerina, um pouco de aloé vera, água num pulverizador e agito bem. Depois é só borrifar o cabelo. Se não uso a mistura toda de uma vez, guardo o frasco no frigorífico.

 

Esta mistela funciona bem no verão/ primavera mas nos meses frios os ambientes onde vivo são aquecidos e a glicerina passa a ter o efeito oposto do desejado.

 

Nutrição = óleo de rícino + óleo de amêndoas doces

Em relação à nutrição faço uma umectação. Utilizo óleo de ricínio (extremamente viscoso e denso) misturado com um óleo mais leve de amêndoas doces. Penso que azeite ou óleo de coco possam ter um efeito semelhante ao óleo de amêndoas doces, mas com um cheiro mais ativo. Normalmente empasto o cabelo com esta mistura antes de me deitar, e lavo o cabelo na manhã seguinte.

 

O resultado destes tratamentos caseiros é que o meu cabelo não esta mau, mas também não esta bom. Está como de costume.

 

Decidi que estava hora de fazer alguma coisa em relação aos meus cabelos (assunto já abordado de forma extensa neste blog), principalmente depois de descobri que há quem me chame de “cabelo de esfregona”. Na minha última ida ao supermercado, e talvez devido a um raciocínio afetado pelo cansaço, decidi voltar a um verdadeiro cronograma capilar e comprar as coisas necessárias. Sai do supermercado com um champô novo, um creme de hidratação, duas máscaras, uma de nutrição e outra de reparação, e um amaciador sem silicones e bio (vou incluir uma foto de todos os produtos assim que voltar para casa).

 

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Estou a pensar fazer o cronograma capilar seguinte => 2x hidratação, 2x nutrição, 1x reparação

 

Perguntas para pessoas entendias: 

  1. O que acham da organização do meu cronograma?
  2. Os produtos que comprei chegam ou falta alguma coisa?
  3. Ponho amaciador antes ou depois da mascara?
  4. Tenho um acido hialurónico que não gosto de por na pele. Vale a pena mistura-lo com o creme de hidratação?
  5. O vinagre de cidra tem que efeito no cabelo?
  6. Que blogs posso ler para aprender sobre cabelos?

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Sexta à noite, prevendo um fim de semana corriqueiro cheio de sestas e preguiça, perguntei ao Momé se ele queria ir a Estrasburgo. Apesar de ser relativamente perto de onde eu vivo, e de querer visitar Estrasburgo à algum tempo, ainda não tinha tido oportunidade conhecer a cidade. Dito e feito, em 10 minutos reservámos bilhetes de comboio, um Airbnb e partimos na manhã seguinte. 

 Tirei uma foto e já vão com sorte. 

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Como não podia faltar, aproveitamos para ir às compras, já que não há lojas na terra onde vivemos. Comprei esta t-shirt branca da Uniqlo para a minha cápsula roupa-de-trabalho-de-verão e senti-me a pessoa mais cool do todo o escritório quando a vesti.

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Ficámos também muito interessados nesta camisola da Sandro. Tanto que estamos a pensar poupar e comprar a camisola a meias, num tamanho que sirva a mim e ao Momé.

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Além de compras e de passear ao acaso, fizemos uma visita guiada "gratuita" pelos principais pontos turísticos e ficámos a conhecer e a história & historias da cidade. Esta é uma boa forma de fazer turismo de forma barata, pesquisem por "walking tour" + nome da cidade que estão a visitar e de certeza que encontram uma visita guiada "gratuita". No final é só preciso deixar uma gorjeta ao guia. Eu costumo deixar 5 euros. E vocês, já fizeram este tipo de visita guiada? Qual é o montante que acham apropriado?

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Antes de ir de férias estava a pensar escrever um post sobre como bronzear, pensei mesmo em tomar suplementos para aproveitar ao máximo os 3 dias de praia que tive este ano. Rapidamente percebi que por muito dedicadamente que trabalhasse para o bronze, dificilmente ia conseguir ficar com um tom dourado-maravilhoso. Não é que eu seja tão branca que não consiga bronzear, mas desde que comecei a trabalhar, em vez de ir à praia, passo o verão em frente a um computador. Como resultado a minha cor mantém-se mais ou menos uniforme o ano todo.

 

Não aconteceu de um momento para o outro, mas este ano, ao aperceber-me da impossibilidade de me bronzear, decidi aceitar a minha cor. Espero que possam usar a mesma técnica que eu para aceitar a vossa brancura, ou outras características físicas com que não se sintam confortáveis.

 

Este método é totalmente não cientifico, fruto do acaso e da minha experiência.

 

1. Decidi que me quero aceitar como sou

Sou branca. Não vou conseguir mudar isto este ano. Vou aceitar a minha cor.

 

2. Vi uma pessoa feia* bronzeada

Eu vi uma colega de trabalho que não considero bonita extremamente bronzeada. Como o bronze não fez nada pela beleza dela comecei a associar na minha mente bronze = pouco bonito.

 

3. Vi imagens de pessoas que além de bonitas* são pálidas.

Não consegui voltar a encontrar, mas houve uma imagem especifica que me fez pensar que uma cor mais clara também é bonita. Foi aí que percebi que não faz mal ser branca.

 

4. Disse a toda a gente que me aceito como sou

Além de dizer à minha família que aceito a minha brancura, também tive de resistir aos infindáveis comentários sobre a minha falta de cor. E não me esqueci de usar protetor e de me pôr debaixo do chapéu quando o sol estava mais forte.

 

5. Tentei não me comparar com os outros

Principalmente não me comparar com a minha prima, que depois de 5 minutos ao sol fica com marcas de bikini.

 

 

Aceitar o meu corpo nem sempre é fácil. É um percurso que começou na adolescência e ainda não está terminado. Há alturas em que penso que aceitei completamente as minhas características físicas, e depois apercebo-me de qualquer coisa que me baixa a moral. No caso deste post, como sou branca o ano todo, só precisei de fazer um pequeno ajuste mental. Demorei bastante mais tempo a aceitar as minhas pernas, ou a sentir-me confiante com uma depilação menos que perfeita.

Aceito a minha brancura

Aceito o meu único (por enquanto) cabelo branco

Aceito que as minhas pernas tremam um bocadinho

Aceito que o meu cabelo seja encaracolado

Aceito os dedos das minhas mãos 

 

Não aceito o pelo que me nasce de um sinal do queixo. Cortei-o.

Não aceito os 3 kilos que tenho a mais. Comecei a ir ao ginásio 3 vezes por semana e estou, timidamente, a ajustar o meu plano alimentar.

Não aceito o meu acne. Aprendo sobre cosmética, sobre cuidados com o rosto e ponho em pratica o qu aprendo.

 

A vida é muito mais agradável se achar que o reflexo que o espelho me devolve é bonito e maravilhoso. Portanto, ou mudo ou me aceito como são.

 

*o bonito e o feio são muito relativos

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Decidi fazer uma review do livro O Jogo do Dinheiro de Tony Robbin, porque me forcei a ler 600 páginas e quero que outros beneficiem do livro sem ter de passar pelo mesmo tormento.

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Eu achei o livro repetitivo, com muita palha, exemplos anedóticos e material que só interessa a americanos.  Como não leio sobre finanças para ser entretida, prefiro livros com conteúdo mais denso. Apenas recomendo este livro para quem é iniciante no caminho da independência financeira, gosta de material levezinho e tem resistência para ler 600 páginas.

 

Apesar de tudo, aprendi algumas coisas. Escrevi 6 páginas de notas e esquemas sobre a minha visão sobre independência financeira, defini objetivos numéricos e fiquei com ideias concretas em relação a uma futura alocação de ativos (em que me vou focar depois de encher o meu fundo de emergência).

 

Para quem tem o livro disponível e está a ter dificuldade em percorrer as 600 páginas, deixo a lista dos capítulos que considero fundamentais. Para alguns capítulos escrevi um pequeno resumo, porque achei que a informação neles contida era excecional e que valia a pena partilhar os pontos mais interessantes.

 

O jogo do dinheiro, Tony Robbins – capítulos selecionados

 

Capítulo 2.1 Mito 1: A mentira dos 13 biliões, investe connosco vamos vencer o mercado

 

Capítulo 2.2 Mito 2: "As nossas comissões? São um pequeno preço a pagar!"

 

Capítulo 3.1 Qual é o preço dos teus sonhos: torna o jogo ganhável

 

Capítulo 3.3 Acelera 1: Poupa mais e investe  a diferença

 

Secção 4 Faz a mais importante decisão de investimento da tua vida.

Este capítulo é sobre alocação de ativos. Como eu nunca tinha lido sobre o assunto, este foi o capítulo que me trouxe mais valor. Depois de o ler e de explorar alguns assuntos específicos ao pais onde vivo no Reddit, desenhei um plano concreto, que inclui as classes de ativos onde quero investir, as percentagem a alocar a cada tipo de ativo, os produtos que vou escolher e a prioridade com que investir em cada produto.

 

Capítulo 6.2 David Swensen 23,9 mil milhões de dólares de trabalho voluntário

Este capitulo é um sumario rápido do livro e explica as bases da independência financeira. O Sr. Swensen tem gerido com sucesso o fundo de doações da Universidade Yale de $25.4 biliões e, apesar da enormidade do fundo que gere, na entrevista David Swensen transparece ser alguém devotado ao trabalho, não pelo dinheiro mas pelo sentido de serviço.

 

Capítulo 6.5 Paul Tudor Jones: O Robin Wood dos tempos modernos

Capítulo 6.10 Maec Faber: o bilionário que chamavam dr. fim do mundo 

Capítulo 6.11 Charles Schwab: falando com Chuck o intermediário do povo

Capítulo 6.12 Sir John Templeton: O maior investidor do século XX?

 

Para além dos capítulos listados acima quero partilhar convosco 3 frases. Foram frases que que alteraram subtilmente a forma como vejo o mundo, o que é um feito.

 

"Mas o problema é o seguinte, toda a gente diz "vou dar quando estiver melhor". E eu também costumava pensar assim. Mas posso-te garantir o seguinte: mereces começar desde já, mesmo que penses que não estas pronto. Mesmo que penses que não tens nada para dar. Porquê? Porque (…) se não deres 10 cêntimos num dólar, não vais dar 1 milhão em 10 milhões , ou 10 milhões em 100 milhões".

 

Esta frase ressoou comigo. Eu estive na fase "vou dar quando estiver melhor" durante muito tempo, apesar de intelectualmente reconhecer a importância de dar. Com a leitura do O Jogo do Dinheiro percebi que a melhor altura para doar é agora. Enquanto não tenho um a estratégia efetiva para tornar doações parte da minha rotina (por exemplo com o Kiva), decidi começar por dar 10 euros no peditório da minha igreja. Pode não ser muito, mas ao menos fiz uma ação concreta. Confesso que na hora ainda tive alguns pensamentos de indecisão, mas depois forcei-me a deixar cair a minha nota desde a carteira até ao cesto do ofertório.

 

"Depois de dominar o tempo, vais entender como é verdade que a maioria das pessoas sobrestima o que pode realizar num ano - e subestima o que pode conseguir numa década!"

 

Este é um pensamento que já me tinha ocorrido há algum tempo. Para mim, a melhor maneira de atingir objetivos de longo prazo, é fazer pequenas ações regularmente que resultam em melhorias incrementais. Uma grande decisão, que requere um grande esforço, normalmente não leva a mudanças duradouras e sustentáveis.

 

Por exemplo, eu quero ter uma pele sem imperfeições. É impossível ter uma pele perfeita de um dia para o outro (eu já tentei e não resultou). A solução que funciona a longo prazo é desenhar uma rotina adequada, e implementa-la consistentemente. Desde que dedique algum tempo à minha pele de manhã e à noite, posso abstrair-me do objetivo final (que só se concretizará daqui a meses) e aproveitar o caminho.

 

Por exemplo eu quero ter um fundo de emergência de um determinado montante. Em vez de fazer um sacrifício enorme num mês, ou agonizar perante o meu baixo nível de poupanças posso por de lado X euros por mês. Assim crio um hábito de poupança mensal e quando for a dar por ela o meu fundo de emergência vai estar cheio. 

 

prática de gratidão diária do Tony Robbins.

 

Esta prática permite focar a mente nas coisas boas da vida, nos grandes objetivos e remove as "ervas daninhas" dos maus pensamentos. Foi uma das partes melhores do livro porque o Sr. Robbins escreve sobre aquilo em que é realmente bom: coaching. Estou a pensar testar esta prática durante 10 dias. Vocês querem que eu reporte a minha experiência aqui no blog?  

 

Obrigado irmão por me emprestares o livro.

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