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Ser Senhora

Esta é a história de como me tornei Senhora. Uma Senhora a sério.

Ser Senhora

Esta é a história de como me tornei Senhora. Uma Senhora a sério.

Livros que li em 2020

Dezembro 21, 2020

1. A Arte e os Artistas do Vale do Côa, Luís Luís

Comprado depois de uma visita guiada às pinturas rupestres do Côa. Tanto a visita como o livro me abriram perspetivas sobres humanos iguais a nós, a viver num planeta muito semelhante, mas com vidas completamente distintas e inimagináveis de acordo com os padrões da sociedade de hoje.

2. Civilized to Death: the Price of Progress, Christopher Ryan

Apesar de não considerar este livro bem escrito, vale a pena pelas partes boas. Mudou completamente a minha perspetiva sobre o humano na natureza, a vida pré-agricultura e a abundância a que já tivemos acesso.

3. There is no Planet B, Mike Berners-Lee

A minha tentativa de perceber o abismo ecológico do qual nos estamos a aproximar, sempre com uma perspetiva positiva, focada em soluções.

4. Les Trésors de Picsou, Don Rosa

Banda desenhada do meu autor favorito, sobre o meu pato preferido.

5. O Céu Dentro de Ti, Graça Gonçalves

Uma prenda antiga que quis reler.

6. Wilding, Isabella Tree

Um audiobook narrado pela própria autora, que me surpreendeu muito (nunca tinha ouvido livros áudio antes), sobre o poder regenerador da natureza quando é deixada sem (ou limitada pela) intervenção humana.

7. Introdução à Pintura a Óleo, Ray Smith

Além do Bob Ross, também contei com este livro para as minhas atividades criativas da quarentena.

8. The Ocean at the End of the Lane, Neil Gaiman

Um outro audiobook, narrado pelo mítico Neil Gaiman. Nos círculos da literatura fantástica, Neil Gaiman é um dos grandes mas, apesar de já ter lido alguns livros dele, nunca tinha conseguido perceber o génio. Até ao momento que ouvi este audiobook. É um daqueles livros que nos deixam com um sabor agridoce ao chegarem ao fim, e que me deixou a pensar em coisas que nem sabia que estavam em mim. Genial de facto.

9. Doughnut Economics, Kate Raworth

Identifiquei-me muito com este livro porque aborda tudo aquilo que achei que não fazia sentido enquanto estudei economia.

10. How not to Fall, Emily Foster

Literatura erótica de um ponto de vista feminino. Escrito por uma sexóloga. 

11. Heartstopper, Alice Oseman

Pelo titulo parece-me literatura cor-de-rosa, mas não me consigo lembrar do conteúdo do livro. Afinal é um romance gay em banda desenhada.

12. Un Barrage Contre le Pacifique, Marguerite Duras

Literatura francesa. Para não me esquecer do francês.

13. Sexus, Henry Miller

Um grande clássico americano, que estava na estante do meu tio. Um bocado estranho, às vezes quase vulgar, mas completamente genial.

14. Great by Choice: Uncertainty, Chaos & Luck, Jim Collins

Descobri este autor num podcast e correspondeu à expectativa. Este livro, ao contrario do típico-livro-americano-de-empreendedorismo-ou-auto-ajuda, não se foca numa única ideia repetida ad nauseum e derivada da experiência de vida do autor. Há ciência a sério nas fundações deste livro e pelos menos 4 ideias chave diferentes.

15. Les 5 Blessures qui Empêchent d'Être soi même, Lise Bourbeau

Uma tímida incursão nos livros de auto desenvolvimento, recomendado por um amigo. Ainda não acabei.

Screen Shot 2020-12-21 at 22.09.29.png

Cada um dos livros desta lista trás consigo não só a memória do seu conteúdo, mas também o local onde o li e a etapa da vida onde estava. Mais do que noutros anos, em 2020 a minha lista de leitura reflete as alterações da minha vida. Uma visita a Foz Côa no inicio do ano, a mudança para Londres e o interesse em questões ambientais, o voltar a Portugal e re-descobrir livros antigos, o clube de leitura de que fiz parte, o verão e novos desafios profissionais. Se o "tema" das leituras de 2020 foi tentar perceber o mundo, no final deste ano houve uma viragem para tentar perceber-me a mim própria (que penso que vai continuar em 2021). 

Coisas estranhas de Portugal

Novembro 30, 2020

Desde que voltei a trabalhar em Portugal que há coisas que me confundem. Diferenças culturais às quais eu ainda não me habituei e que, na minha lógica de ex-emigrante, não fazem sentido nenhum.

 

1. Os títulos

No francês há o madame e o monsieur, no inglês o mr e o mrs, mas em português tudo é mais complexo. Na duvida, toda a gente é "doutor", excluindo os engenheiros (que são Sr. Engenheiro), os arquitetos (Sr. Arquiteto) e os médicos que são Doutores com maiúscula. Esta necessitada de incluir um titulo quando me dirijo a alguém confrange-me. Não consigo perceber a lógica de um licenciado querer ser chamado de "doutor". A mim soa-me a insegurança, quem esta convicto das suas habilitações e posição profissional não tem necessidade de ser chamado por um titulo para se afirmar. Por outro lado, quando me tratam por doutora até me arrepio, e sinto uma vontade imediata de corrigir a pessoa e dizer "doutora  não, mestre". Normalmente controlo-me e não digo nada. Fico só a sentir-me desconfortável com a situação.

 

2. O tu e o você

Eu sempre trabalhei em empresas muito informais. No escritório em França tratava toda a gente por tu. Com os colegas de fora, como falava em inglês nem sequer havia essa questão, porque no inglês só existe o you. Em Portugal há todo um conjunto de regras ocultas sobre o uso da formulação verbal correta. Por principio, gostava de tratar toda a gente por tu. Mas depois não fica bem, há gente que fica melindrada se não for tratada por você, ou que acha que é um excesso familiaridade. O pior é que eu não sei fazer frases usando "você" e troco-me toda ao falar. Quando acho que tenho abertura, pergunto às pessoas como preferem ser tratadas. Nos outros casos, fico só a sentir-me desconfortável.

 

3. Os cumprimentos

Obrigado covid por obrigares a manter um distanciamento social e já não ter dar beijinhos a estranhos. Mesmo assim, apesar do distanciamento, há gente que insiste em dar cotoveladas, ou então um murro no punho do outro. Isto levou-me à pergunta, qual é o papel sócio-cultural dos cumprimentos? Será que tenho de aperfeiçoar cotoveladas assertivas? Ou opto por aquele olá à distância, e aquela explicação repetida mil vezes "ahh em tempos de covid tem de ser assim" acompanhada de um sorriso amarelo. E depois toda a gente fica desconfortável e sem saber o que fazer durante uns segundos. 

 

PS. Estou viva, mas escrever ainda não voltou a fazer parte da minha rotina.

Parabéns blog!

Outubro 19, 2020

Desde o final da Primavera que este blog tem estado meio ao abandono, devido às muitas mudanças que houve na minha vida pessoal nos últimos meses. Enquanto tentava gerir se foi passando, o blog e a saposfera passaram para segundo plano. Deixei de comentar. Quase que deixei de ler outros blogs. Perdi o hábito de escrever aqui regularmente. Apenas consegui manter o meu compromisso mínimo de um publicar um artigo por mês. Estou meio sem saber o que fazer. Por um lado o blog é uma parte boa da minha vida. Por outro não sei bem sobre o que escrever. Espero até ao final do ano ter uma visão mais clara do que quero fazer e, até lá, contem com um artigo por mês.

Como já é costume, aqui está a estatística dos últimos 12 meses (com uma clara diminuição de visualizações a partir de Junho):

Screen Shot 2020-10-19 at 22.50.55.png

E para continuar a tradição, partilho o artigo dos últimos 12 meses de que mais me orgulho, sobre  crise ambiental e ecológica e como todos podemos contribuir positivamente; o artigo que reli com um sorriso nos lábios sobre os livros de 2019; e o artigo com o infográfico-mais-fixe-feito-por-mim sobre períodos ecológicos. Reler o que escrevi no ultimo ano deixou-me um bocadinho mais animada do que estava quando comecei a escrever este artigo

Já há 10 anos que este espaço existe... quem diria.

A minha rotina de pele IV

Maio 30, 2020

Este artigo não tem o intuito de ser exemplo para ninguém, serve apenas para documentar na internet como tenho andado a tratar a minha pele nos últimos meses. 

 

De manhã (quase) todos os dias

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Detox Gel Wash, Garnier Organic 

Lavar a cara faz parte do meu processo de acordar, portanto este foi o único passo que se manteve mais ou menos constante desde que vim para Portugal. Este gel tem um cheiro intenso, mas não desagradável, e não me deixa a pele ressequida. Comprei-o já depois de estar em Londres o que despoletou uma grande crise de saudades das farmácias francesas, de todas as opções que vi acabei por trazer este produto porque foi o que foi o que me pareceu menos mau.

 

Toleriane Ultra 8, La Roche-Posay

Este é o passo de hidratação da minha "rotina". Já uso este spray desde Novembro e, apesar dos aquecimentos e das mudanças bruscas de temperatura, a minha pele manteve-se razoavelmente hidratada durante o inverno. É muito fácil e agradável de usar (eu gosto muito de me borrifar) e a embalagem é reciclável. Acabei por comprar uma segunda embalagem em Portugal, mas fiquei indignada porque custa o dobro que em França.

 

Niacinamide 10% + Zinc 1%, The Ordinary

A seguir aplico duas ou três gotas de um sérum de niacinamida. No ano passado, por esta altura, estava a usar exatamente o mesmo sérum, acho que já usei pelo menos três embalagens deste produto nos últimos anos. Tenho a sensação de que quando uso produtos com niacinamida fico com uma pele com uma textura mais uniforme e com menos vermelhidões.

 

Sensitium Contour des Yeux, SVR

Escrevi aqui uma review sobre o produto, portanto não me vou alongar. Tenho andado a incluir este este passo na minha rotina, para ver se termino com o creme.

 

À noite de vez em quando

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Cleasing Balm, Botanics

Limpo a cara com um bálsamo que massajo na pele e depois removo-o com um paninho. Este bálsamo é completamente sólido, mas derrete-se ao ser massajado na pele. Gosto muito do processo de remover o bálsamo com um pano húmido quente, acho muito relaxante. Também sinto que com este passo de limpeza aquele sebo-no-nariz-que-não-são-pontos-negros quase desapareceu e a textura do meu nariz está muito mais lisa.

 

Detox Gel Wash, Garnier Organic 

Lavo a cara uma segunda vez com o mesmo gel que uso de manhã.

 

Glow Tonic, Pixi

Ensopo um algodão ou um bocado de papel higiénico com este tónico e espalho-o na cara. Sinceramente não estou a gostar deste ácido. Comprei-o porque houve uma altura em que a Caroline Hirons falava muito dele, mas deixa-me a a pele mais reativa e avermelhada no dia após a utilização. Vou usa-lo até ao fim, mas prefiro um ácido azeláico ou um ácido salicílico.

 

Quando sei que vou andar muito tempo ao sol

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Réflexe Solaire 50+, Avène

Um protetor que comprei o ano passado quando estava de férias porque tinha proteção elevada e era pequeno. Não sinto que me deixe a pele oleosa. Está quase a acabar.

 

Anthelios XL 50+ Stick, La Roche-Posay

Outro protetor que comprei em terras estrangeiras porque na altura estava a queimar os lábios de cada vez que apanhava um bocadinho de sol. Uso-o nos lábios, nas maçãs do rosto e na ponta do nariz.

 

Chapéu de palha

Porque não gosto mesmo nada de apanhar na sol na cara, e além dos protetores gosto de sombra na cara.

 

Como podem ver tenho andado com uma rotina de pele muito minimalista, para não dizer preguiçosa. Curiosamente a minha pele não está muito mal, mas acho que é principalmente devido ao ar puro do campo e à comida saudável que a minha mãe faz.

Se quiserem ler sobre rotinas de pele mais completas, podem ler o que escrevi em 2019, em 2018 e os princípios de base de como criar uma rotina de pele

Como nao ser uma lesma*

Maio 19, 2020

As primeiras semanas de confinamento não foram fáceis. Deixei Londres, voltei à aldeia para casa dos meus pais e pelo caminho torci um pé. Ainda para mais, em Março, passei duas semanas em exclusão social, mais ou menos entre a cama, a secretária e a sanita.

O mês de Abril começou mais ou menos do mesmo modo. Passei a ver algumas pessoas à distância, mas no geral continuei num modo de preguiça generalizada, o que começou a afetar o meu humor e a minha crença no sentido da vida. Tive de agir.

Para me incentivar a fazer coisas, fiz uma tabela no meu BuJo, com um quadrado para cada dia do mês de Abril, e cada quadrado dividido em quatro. Depois pensei em quatro áreas de atividade diferentes, que tivessem um impacto positivo na minha vida. Escolhi áreas generalista para poder ter várias opções e escolher o que me apetecesse fazer, ou o tempo permitisse, ou o que fosse mais urgente, em vez de me sentir obrigada a fazer a mesma atividade especifica todos os dias e depois perder a motivação e acabar por não fazer nada. Aloquei uma cor a cada área de atividade e cada dia colori um quadrado de acordo com o que fiz.

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A primeira área de atividade que escolhi foi o exercício porque apesar de acreditar que os humanos são desenhados para se mexerem, o meu estilo de vida tornou-se extremamente sedentário e o exercício contribui muito para a melhoria do meu humor. Depois escolhi a criatividade, porque é uma área que descurei um pouco nos últimos anos que quero desenvolver. A terceira atividade escolhida foram ações produtivas; há uma série de pequenas tarefas que é preciso fazer para viver na sociedade e eu tenho tendência para as adiar o mais possível. Por último atividades que requeiram pensar; infelizmente o trabalho não me traz estimulação intelectual suficiente, portanto tenho de a encontrar de outra forma. 

Houve dias em que não consegui fazer uma atividade de cada. Houve dias em que só consegui dedicar alguns minutos a algumas atividades (células contornadas com cor). E, no dia 29 & 30 esqueci-me de colorir e depois já não me lembrava do que tinha feito. No verso da pagina da foto, fui escrevendo o que fiz em cada categoria.

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Com este método consegui motivar-me a fazer coisas e, como as fui registando, senti-me mais produtiva. Usar cores, surpreendentemente, também me motivou. Em Abril fui mais ativa. Andei a pé, fiz alongamentos em dias de chuva, andei de bicicleta, passei o cão, subi escadas quando era demasiado tarde para sair à rua, arranquei as ervas das batatas e pintei paredes. Em Abril expressei a minha criatividade. Escrevi dois artigos para o blog, escrevi uma carta e pintei a óleo, seguindo os tutoriais do Bob Ross, algo que já queria fazer há muito tempo. Em Abril fui produtiva. Tratei de uma série de pequenos assuntos que tinham de ser tratados, lavei tachos, fiz bolos, destralhei o quarto e organizei o computador. Em Abril usei o cérebro, principalmente para ler.

/

Em Maio estou a fazer algo ligeiramente diferente. Tenho feito exercício quase todos os dias, tenho pintado no fim de semana e voltei a ter um hábito de leitura regular. Portando, em vez continuar a fazer quatro atividades diferentes por dia, estou a implementar alguns hábitos novos que impactam a minha vida positivamente.

Os especialistas recomendam é implementar um único novo hábito durante 21 dias, mas eu (até agora) estou a focar-me em 3 hábitos diferentes. Não estou a tentar implementar tudo de uma vez e tornar-me uma pessoa diferente de um dia para o outro, porque acho que é insustentável e nunca funciona. Comecei por um hábito simples, e acrescentei novos hábitos gradualmente, à medida que me sentia preparada.

Como aprendi com a experiência de Abril que tomar nota do que faço todos os dias e utilizar cores é muito motivante, estou a utilizar a primeira pagina do mês de Maio para ir registando o meu progresso.

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Comecei por um hábito fácil de implementar, que ocupa pouco tempo, e que requer pouca motivação. Desde o dia 4 de Maio, tenho feito os exercícios para a coluna que o osteopata me recomenda. Só demoro dois minutos, é bom para a minha postura e foi um hábito que tive durante muito tempo e que quero reestabelecer. Como comecei por algo muito simples, passados 3 dias já me sentia suficientemente à vontade para implementar um novo hábito.  

Desta vez, escolhi algo que tenho dificuldade em fazer consistentemente, mas que toda a gente diz que tem um impacto positivo na vida. Ligeiramente inspirada pela Desarrumada, decidi começar a ter uma pratica diária de “trabalho interior” ou atividades de “autoconsciência” ou de “desenvolvimento pessoal”.

Como de cada vez que tentei meditar diariamente falhei, decidi adotar a estratégia de Abril e, em vez de me tentar obrigar a meditar todas as noites, tenho 3 tipos de atividades dentro do mesmo género por onde escolher – escrever, meditar e respirar. Ainda posso acrescentar mais uma atividade à mistura, mas até agora ainda não senti necessidade de mais nada (deixem sugestões nos comentários). Cada noite posso escolher o sinto que é mais beneficial para mim, ou o que me parece requerer menos esforço. Assim, não estou a fazer coisas contrariada, só porque tenho de riscar mais um dia no calendário e a minha motivação tem-se mantido. Nas ultimas semanas escrevi sobre os meus sentimentos e sobre as muitas mudanças por que estou a passar; “tentei” meditar, umas vezes guiada pela aplicação Calm e outras sozinha; e fiz três sessões de respirar ou "breathwork", a primeira das quais me deixou ligeiramente pedrada (aqui esta o vídeo se quiserem experimentar). Demorei 6 dias sentir que este hábito estava suficientemente consolidado para acrescentar outro à mistura.

Para o terceiro hábito deste mês, escolhi de novo algo simples, mas que tenho andado a negligenciar. Beber água. Já é a terceira (1, 2) vez que falo de beber água neste blog, o que demonstra a importância que dou a este hábito e o quão facilmente deixa de fazer parte da minha vida.

É claro que bebo água e cacau e chá, mas ultimamente andava a sentir que os meus níveis de hidratação não eram ótimos e que algum do meu cansaço era devido à falta de água. O objetivo é beber duas garrafas de água (aproximadamente 75cl), todos os dias. Até agora já me apercebi que prefiro garrafas de vidro onde possa ver o nível de água, em vez da de alumínio que ando a usar. Idealmente encho a garrafa logo de manhã, para beber um pouco enquanto me preparo para o dia, mas que durante o resto da manhã não vale a pena forçar-me a beber muito, porque as duas chávenas de cacau que tomo são líquidos suficiente. Normalmente consigo atingir o objetivo antes de o dia de trabalho acabar.

Por enquanto são estes os 3 novos hábitos de Maio. Tenho mais alguns em mente, mas quero consolidada melhor beber 2 garrafas de água por dia antes de introduzir coisas novas. Gostei tanto do método que segui em Abril como do que estou a seguir este mês, e sinto que estou a usar o meu tempo de forma construtiva.

 

Acharam alguma destas técnicas interessantes? O que funciona para vocês?

 

*estou sem ideias para títulos

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